Anjos de Cáqui


Hoje, a vigília da sociedade se faz presente.
Ontem, também. Desde sempre, com certeza!!
Anjos despidos da ilegalidade e cobertos de dignidade.
Asas? Que nada!! Colado sobre o asfalto, sobre a terra e sobre trilhas,
o metal sobre rodas e de aura reluzente, firma-se onipresente na vida rica
ou emergente, quiçá miserável ou carente.

Anjos que operam o direito, o impossível, o imprevisível.
Que infestam vidas, avenidas;
da aurora ao crepúsculo;
do fato típico ao absurdo.

Lá estarão eles, descobertos aos olhos humanos, vigiando e guardando.
Anjos de carne, seres humanos, seres divinos,
de olhar menino e  atitude madura.

Oh!! Criador dessas criaturas!! Protejam-nas do ódio e, sobretudo,
do lado oculto e doentio da mente, que afetam anjos, que afetam gente.
Com suas asas divinas, seja o escudo na incursão,
na abordagem e no êxito da missão.

Que seus anjos de cáqui protejam a vida.
Na caminhada ao desconhecido,
que sejam lúdicas suas ações e sublimes suas decisões.
Sejam anjos, humanos, divinos. 

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